Parece a sensação da aproximação da morte. O coração dispara, a boca seca, a falta de ar toma lugar.
O medo se apossa de mim.
Medo! É a palavra que paira no ar, ao lado de outra: ansiedade, daquelas brabas.
Quando penso que estou lidando melhor e superando-a, parece que a mesma se rebela e chega com tudo, como que para provar que tem controle, que tem domínio sobre mim.
Aí surgiu o poeminha...

As coisas não funcionam mais assim.
Olha bem aqui: quem manda agora sou EU
Pode parar.
Levante logo a toalha branca e deixe de manha,
Saia já de fininho, sem maiores consequências.
Se me obedecer bonitinho, nem chamo reforço
Para te nocautear por tarja preta.
1, 2, 3 bata no tatame e grite:
Au revoir, madame!
* Foto Googleada
5 comentários:
Bebel me ensina a contar carneirinho?! Eu nunca consegui...
Espero que esteja melhor.
Beijo!
Oi Eda,
Também não sei contar não... seria tão mais prático aprender, mas é uma coisa que às vezes é difícil.
Tô melhor sim... altos e baixos, acontece...
Beijos
Que fofo, Bebel!
Pois é, se tivesse me falado antes eu já teria lhe dado o mantra certeiro: DORME!! DORME!! DORME!!
Este pensador, viageiro entre Sois
Esta Ave pousada em mil embarcações
Este barco que passa sem vela ou remo
Esta arca repleta de vibrantes emoções
Esta mestiça flor de açafrão
Este ramo de espinhos cravados na mão
Esta alma que não ousa largar opinião
Este homem vestido de solidão
Ouvi um som profundo e breve
Vindo de uma perdida lembrança
Toquei de leve os trincos da memória
E senti o golpe frio de uma afiada lança
Boa semana
Doce beijo
HUMMMMMMMM...POEMA INSONE!! QUE DELÍCIA!!
BACI, BACI BELLA;))))
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