quarta-feira, 11 de março de 2009

MEÇO A SAUDADE...











Pelos sonhos diários
Pelos dias longínquos
Pelos abraços não recebidos
Pelos beijos não dados
Pelos olhares não trocados

Pelas carícias não feitas
Pela cama vazia
Pela carência que fica
Pelas refeições solitárias
Pelas cartas que chegam

Pelos momentos não tidos
Pelos gozos contidos
Pelos desejos mantidos
Pelo colorido apagado
Pelas poesias escritas

Pelas loucuras concebidas
Pelas horas distantes
Pelo arrepio insistente
Pela distância ingrata
Pelo amor que exala

Pelos bom dias não recebidos
Pelos sorrisos não retribuídos
Pelos sussurros calados
Pelos pensamentos roubados
Pelo teu cheiro trazido

Pelas palavras não ditas
Pelas danças imaginadas
Pelas lembranças constantes
Pela presença desejada
Pela ausência temida

* Foto Googleada

6 comentários:

Mara faturi disse...

Meço a beleza deste poema/confissão com a leveza da borboleta que sonha reencontros, que vence distâncias num suave beijo de asas azuis;)
aff, suspiros incansáveis além mar;)
bacio*)

A Moni. disse...

Resultado: é gigante, né?
Ai, ai, Naizinha...

Bebel disse...

Ô se é, Naizinha...
Ai ai...

Mara faturi disse...

..aff, quanto lamento;(

meus instantes e momentos disse...

lindo blog,
belo post. O temor do acabar.do fim, do adeus. O medo do não ter.A perda...
Gostei daqui
Maurizio

Olhares Longínquos... disse...

e ainda tudo aquilo que se cala...
Lindo !