Não sou de fugirExceto pra ti
Não sou de me calar
Exceto pra te ouvir
Não sou de me perder
Mas já não há o que fazer
Tudo está perdido
Inclusive eu,
Perdida por você.
Foto Googleada
Amar-te a cada dia
Estou me reconstruindo, montando o meu quebra-cabeça interno, posso dizer que me agrada a figura que se forma.
É um quebra-cabeça que não vem com a imagem de ante-prima na capa, tudo é novidade, só sendo revelado no momento em que vai se encaixando cada pedaço.
Pouco a pouco uma peça acha seu lugar certo e mais outra e outra. Às vezes colocamos uma no lugar errado, é tão parecida e se encaixa tão bem, mas quando observamos atentamente, alguma coisa está errada, então a mudamos e voltamos a procurar aquela adequada.
Entre acertos e erros continua-se a montagem e consequentemente nos conhecemos melhor e automaticamente somos apresentados àquele ‘eu’ desconhecido até então.
Nesse quebra-cabeça ilimitado de peças existe uma contradição, nos apressamos para montá-lo e ao mesmo tempo torcemos fervorosamente para que o final esteja bem distante, desejando que não nos seja pregado nenhuma peça!
Não te conhecia de fato
A porta se abre e te vejo a sorrir timidamente um sorriso convidativo e sincero.
É sábado.
Faltam poucos dias pra te encontrar, ou melhor dizendo, pra te conhecer de fato, em carne, osso, cheiro, beijos, abraços.
Quem diria!Esse meu companheiro de guerra,
meu fiel aliado,
que se mostra às vezes um rebelde
na sua luta fervorosa
em busca do amor e da felicidade,
começou novamente a bater no compasso acelerado...
vai à 188 batimentos por minuto
e você reina absoluto.
Resolveu abandonar de vez as notas tristes
e seguir na melodia de sua maravilhosa conquista...
Se prestar atenção
verá ainda que esse estado constante taquicárdico
faz alterações na face,
estampa sorrisos de orelha a orelha,
brilho nos olhos
e semblante suave.
Que maravilha!
Só não consegue driblar
a saudade pungente
que fica batendo no peito.
Deixando uma dor ardente.
Mas não é de tristeza,
Porque sabe que de ti
Só vem completeza...
Nesse labirinto que se criou em mim
O que busco é a chave que me abre
Onde ela se encontra?
Por onde buscá-la se não sei por onde ir?
Às vezes é preciso criar caminhos para não se perder.
Já encontrei diversas delas,
Porém as que encontro,
Não pertencem à fechadura crua
Que encara a rua do desconhecido
Muito parecido com o novo e o incerto
Que pode ser certo fora de mim
Como me libertar,
Se sou minha própria prisão perpétua?
Não quero fingir indiferença
Mas quero evitar uma descrença
Parar
Pensar
Agir
Deveriam ser ações ordenadas
E não desconexas
Desculpe, não pode entrar. Pelo menos não agora, volte mais tarde.Ok, então noves fora nela!!!
* Imagem capturada do blog: http://apenassentimentos2.zip.net/arch2005-03-16_2005-03-31.html